
Donald Trump declarou na ONU que “o Irã é o maior patrocinador do terrorismo e nunca terá uma arma nuclear”, assumindo a autoria de uma ofensiva militar devastadora!
O que aconteceu foi que, durante seu discurso na Assembleia Geral, o presidente americano defendeu abertamente a guerra dos Estados Unidos contra o país, conflito batizado por ele de “Operação Fúria Épica”.
Segundo Trump, os ataques preventivos americanos destruíram a força aérea iraniana e mandaram 159 navios da marinha do país para o fundo do mar, sob a justificativa de neutralizar o programa nuclear de Teerã.
Mas qual é a lógica estratégica por trás dessa declaração?
Primeiro, ao rotular o Irã como “maior patrocinador do terrorismo”, Trump cria a base moral e política para justificar a guerra e a aplicação de sanções extremas.
Segundo, ao garantir que o país “nunca terá uma arma nuclear”, ele transforma a agressão militar em uma missão de segurança inegociável, mostrando que os EUA farão o que for preciso para impedir o surgimento de uma nova potência atômica.
E existe ainda um detalhe extremamente sensível. Trump fez um apelo para que o mundo isole o Irã economicamente e deixou claro que o objetivo de Washington é pressionar e, se necessário, aniquilar o regime.
A leitura geopolítica é clara. O discurso marcou um contraste absoluto com a fala de Lula
, que havia defendido a diplomacia pouco antes. Trump reafirmou a doutrina americana do unilateralismo e da “paz pela força”, deixando o recado de que os EUA usarão todo o seu poderio bélico contra quem ameaçar seus interesses.
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