
Dois meses de bloqueio naval, minas no estreito e ataques a navios mostraram que o Irã pode interromper o fluxo de petróleo. Agora, a Guarda Revolucionária revelou que também pode interromper o fluxo de dados. Os sete cabos submarinos divulgados no mapa da Tasnim são a espinha dorsal digital do Golfo: eles conectam os Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Arábia Saudita, Iraque e Bahrein à Ásia, Europa e África, e repará-los em uma zona de conflito ativo pode levar meses. Para os EUA, que dependem dessa rede para suas operações financeiras, militares e de inteligência na região, um corte não seria apenas um problema técnico: seria uma crise de segurança nacional em tempo real. A ironia mais explosiva: enquanto Washington bombardeava instalações nucleares iranianas com tecnologia de ponta, o Irã respondia cortando um cabo submarino.


Impact News
9 de maio, 18h24