
O Sindicato dos Editores da Imprensa Libanesa anunciou, nesta quinta-feira, que o número de jornalistas mortos por ataques aéreos israelenses desde 2 de março chegou a 27, além de um grande número de feridos.
Em comunicado divulgado pela Agência Nacional de Notícias, o sindicato condenou o ataque que teve como alvo um grupo de profissionais na quarta-feira, na localidade de Al-Tayri, no sul do Líbano. A agressão resultou na morte da jornalista Amal Khalil e deixou sua colega Zeinab Faraj gravemente ferida.
A entidade afirmou ainda que Khalil havia recebido ameaças prévias de morte por parte do Exército israelense, considerando que o ataque contra jornalistas representa uma escalada e violações contínuas do acordo de cessar-fogo.
O sindicato apelou ao União Geral dos Jornalistas Árabes para que se mobilize, em coordenação com entidades internacionais e árabes, a fim de apoiar os jornalistas libaneses e exigir a responsabilização de Israel, impedindo sua impunidade.
Além disso, instou os jornalistas que atuam em campo a redobrarem a cautela, evitarem áreas perigosas e coordenarem-se com o Exército libanês e as forças de segurança, bem como com a UNIFIL e as equipes da Cruz Vermelha Libanesa, para reduzir os riscos.
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