
Não farei aqui um necrológio. Jamais. Tampouco um texto como uma crônica definitiva. Ele foi definitivo em si mesmo. Nas quadras. Foi único. Minha vida profissional se entrelaça com a dele. Desde o início. Éramos dois decididos a trilhar seus caminhos e sonhos. Ele no Sírio. Em tantos campeonatos. Mundiais. Jogos Pan-Americanos. Olimpiadas. Encontros muitos. Reportagens inesquecíveis. Na sua casa, disputa de jogo de botões. Não tenho nada a escrever. Se abrir uma caixa, lá estarão guardadas crônicas variadas que escrevi. Editei nas emissoras que trabalhei. Obrigado por ter existido, Oscar. Como atleta. Como amigo. Na fé. Até.

Gilson Ribeiro