
HUNGRIA EXPULSA A EXTREMA-DIREITA
Via Brasil Fora da Caverna
Após 16 anos no poder, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, uma das maiores referências da extrema-direita global, assumiu a derrota nas urnas no domingo (12/4). Mesmo controlando todas as esferas do poder húngaro, Viktor Orbán foi rejeitado pelas urnas.
“Resultado da eleição é claro e doloroso”, declarou Orbán, que foi derrotado por Peter Magyar, líder da oposição pelo Tisza e considerado um político de centro-direita. A eleição registrou um número recorde de húngaros nas urnas, que definiram os 199 membros do parlamento, responsável pela escolha do primeiro-ministro.
Durante a semana, as pesquisas locais mostravam que o partido de Orbán, Fidesz, estava com 41% das intenções de voto, ou seja, nove pontos atrás do adversário. Orbán tinha apenas 8% de aprovação entre os eleitores com menos de 30 anos.
Hoje, quando assumiu a derrota, Viktor Orbán via o Tisza com 52,49% dos votos, enquanto seu partido aparecia com 38,83%. “O primeiro-ministro Viktor Orbán acabou de ligar para nos felicitar pela nossa vitória”, escreveu Magyar nas redes sociais.
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