
Amou as águas rasas e profundas, foi cronista, poeta, jogador de futebol, ambientalista, veterinário. Era orgulhoso servidor do Banco do Brasil.
Solidário, festeiro e maravilhosamente brigão quando era preciso brigar. Achava que ajudaria a transformar o mundo pelo engajamento comunitário.
Patrão de um galpão acolhedor de todo tipo de tertúlia, com todo tipo de gente, no Morro da Cuíca. Marido da professora Célia Damasio Pacheco, pai do Kako, do Luís Pedro e da Virginia, avô de Paulo Heitor, Arthur, Dudu e Gabriela.
Me atrevo a dizer que também foi meu pai antes de eu decidir que seria seu filho. A despedida será nessa quinta-feira no Angelus Memorial e Crematório, na Avenida Porto Alegre, 320 – Medianeira. Na sala 10 do 4º andar, das 13h30min às 18h30min.
Que os navegantes acolham o comandante Pachecão.
