Por Eder Bukowski Jr.

O delegado da PF que está pedindo a prisão de Lulinha, Thiago Marcantonio Ferreira, é amigo pessoal de André Mendonça e foi seu assessor especial no Ministério da Justiça.

Na época em que comandou um órgão sob Mendonça, Thiago foi acusado de promover o monitoramento de 579 opositores do governo Bolsonaro. Isso levanta sérias dúvidas sobre imparcialidade e uso político da máquina pública.

Cadê o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues — um profissional sério, respeitado, avesso a espetacularizações e vazamentos seletivos — e o ministro da Justiça para colocar ordem nessa casa?

André Mendonça afastou Andrei da investigação e escolheu um grupo de delegados e agentes de sua confiança pessoal. Reativou a ala da PF ligada à extrema-direita, escanteou o diretor-geral e parece estar montando um esquema para blindar aliados.

Está vergonhoso. Que ministro medíocre e parcial.

A Globo até tenta vendê-lo como um “Moro 2.0”, mas para isso precisa destruir Alexandre de Moraes primeiro. O objetivo final é claro: proteger os amigos e aliados da turma de sempre.

Tem golpista infiltrado em todos os lugares: no Congresso, na PF… e agora na nossa casa?

O supremotribunalfederal vai sair de uma instituição que ajudou a preservar a democracia para virar um instrumento golpista nas mãos de André Mendonça? E o Governo do Brasil só assiste calado?

Isso é um escândalo que não pode ser ignorado.”

Posgtado por

Miguel Baia Bargas

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