
O mundo se aproxima de um dos momentos mais perigosos desde a Segunda Guerra Mundial. A China deixou claro que considera a tomada de Taiwan inevitável e trabalha com um horizonte estratégico que aponta para 2027.
Não se trata de retórica: Pequim amplia exercícios militares, pressiona o entorno do Indo-Pacífico e testa os limites da resposta ocidental.
Taiwan não é apenas uma ilha é o coração da indústria global de semicondutores, responsável pela esmagadora maioria dos chips avançados do planeta. Um conflito ali paralisaria cadeias produtivas, travaria o comércio mundial e forçaria Estados Unidos, Japão e aliados a reagirem. O impacto seria imediato: colapso tecnológico, choque econômico e instabilidade global em escala histórica.
O risco deixou de ser teórico. O relógio geopolítico está correndo, e o mundo pode estar mais perto de uma guerra mundial do que admite.