
Um ex-soldado israelita revelou, em testemunho documentado pela organização Breaking the Silence e publicado pela The Economist em 2026, detalhes de graves abusos cometidos pela sua unidade militar em Gaza, descrevendo‑os como ilegais e imorais. O soldado admitiu ter matado civis desarmados e alvejado indiscriminadamente todos os homens em idade de combater, para além de ter utilizado detidos palestinianos e refugiados como escudos humanos para inspecionar túneis e edifícios armadilhados. Confirmou também que a destruição sistemática de bairros residenciais era política oficial e não um comportamento isolado, expressando vergonha, culpa e a sensação de ter sido explorado para prolongar a guerra por motivos políticos.