Esse conflito no Oriente Médio está mexendo diretamente com o petróleo do mundo. E quando o assunto é petróleo, um detalhe começa a chamar atenção: vários dos países que têm grandes reservas ou influência nesse mercado hoje estão ligados ao BRICS ou próximos do bloco.

Rússia é uma potência energética. O Irã tem uma das maiores reservas de petróleo do planeta. E países como Arábia Saudita e Emirados também já começaram a se aproximar do grupo. Ou seja, uma grande parte da energia que move o mundo começa a estar concentrada em países que dialogam dentro dessa mesma aliança.

É nesse ponto que Lula entra como articulador. O presidente brasileiro tem defendido o fortalecimento do BRICS e a ampliação do bloco. Em um momento em que o petróleo volta a dominar o debate global, isso pode dar ainda mais peso para o grupo.

Resumindo de forma simples: quanto mais o petróleo vira centro das disputas mundiais, mais os países do BRICS ganham importância. E isso pode mudar muita coisa no equilíbrio de poder global.

Moz na diáspora

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