A missão permanente do Irão junto das Nações Unidas enviou uma carta formal ao secretário-geral António Guterres e aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, deixando um aviso claro:

Caso o país seja alvo de ataque militar, todas as bases, instalações e ativos das forças consideradas hostis na região serão tratados como alvos legítimos no âmbito da resposta defensiva iraniana.

Na carta, Teerã afirma que não procura guerra, mas ressalta que responderá de forma “decisiva e proporcional”, invocando o direito à legítima defesa previsto na Carta da ONU. O documento também declara que os Estados Unidos assumiriam “responsabilidade total e direta” por quaisquer consequências imprevistas e incontroláveis resultantes de uma eventual agressão.

A declaração surge num momento de forte tensão entre Estados Unidos e Irán, marcado por trocas de acusações, pressões diplomáticas e movimentações militares na região do Médio Oriente.

Trata-se de uma comunicação diplomática oficial — não é uma declaração de guerra — mas representa um sinal claro da escalada retórica e estratégica entre as duas nações.

Continuaremos a acompanhar os desdobramentos.Liro Last News