
A verdade por trás da trégua de duas semanas veio à tona. Fontes próximas ao Comando Central (CENTCOM) confirmam que a “rendição” diplomática de Donald Trump não foi um ato de vontade, mas o resultado de uma rebelião legal dentro da liderança militar. Os comandantes do CENTCOM se recusaram a cumprir ordens para atacar infraestrutura civil no Irã, classificando-as como ordens ilegais e crimes de guerra. Diante da impossibilidade de movimentar sua máquina de guerra devido à falta de obediência na estrutura de comando, Trump foi forçado a aceitar a proposta de negociação de Teerã.
Para o movimento #NoKingsDay, este é o momento mais perigoso e, ao mesmo tempo, o mais promissor para a nossa democracia. A recusa das Forças Armadas em serem cúmplices de genocídio valida os alertas do General Paul Eaton e os artigos de impeachment apresentados por John Larson e pela Deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Se o Comandante-em-Chefe não tiver mais controle operacional sobre suas tropas porque elas escolheram a Constituição em vez de sua vontade, Washington se encontra em um “vácuo de poder” que só pode ser resolvido com a 25ª Emenda. A honra militar salvou o mundo da catástrofe!
Você acha que os comandantes do CENTCOM agiram heroicamente ao desobedecer ao Presidente, ou essa quebra na cadeia de comando deixa o país extremamente vulnerável?
