O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, respondeu com ironia e firmeza às críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a aproximação econômica entre Londres e Pequim. Após Trump classificar como “muito perigoso” fazer negócios com a China, Starmer devolveu a provocação: “Se não me engano, o próprio Trump deve visitar a China em abril.”

A declaração foi feita durante entrevista à BBC, em Xangai, e rapidamente ganhou repercussão internacional. Starmer deixou claro que a postura britânica será guiada por interesses nacionais — não por pressões externas. Ele ressaltou que líderes da França e da Alemanha também mantêm diálogo ativo com Pequim, reforçando que isolar a China não é uma opção realista para as grandes economias europeias.

O episódio escancara a contradição de Washington: enquanto alerta aliados sobre os riscos de negociar com a China, mantém canais abertos e prepara novas visitas oficiais. Para analistas, o recado de Starmer é direto: a geopolítica mudou, o mundo é multipolar e decisões econômicas não serão ditadas por um único polo de poder.

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