
Durante décadas, o mundo foi ao Vale do Silício para observar o futuro da tecnologia.
Agora, alguns investidores estão fazendo o caminho contrário.
Americanos estão viajando à China para visitar fábricas de robôs e entender como o país conseguiu avançar tão rapidamente nessa indústria.
Algumas dessas viagens chegam a custar cerca de US$ 10 mil por participante.
Os roteiros incluem visitas a fábricas, encontros com executivos e contato direto com a cadeia chinesa de produção de robôs.
E o objetivo nem sempre é investir em empresas locais.
Muitos querem entender contra o que as startups americanas estão competindo e quais vantagens a China construiu na fabricação em escala.
A diferença aparece especialmente nos humanoides. Segundo dados da Omdia citados pela Business Insider, Unitree e AgiBot responderam juntas por 71% das unidades desse tipo enviadas globalmente em 2025.
Para alguns investidores, conhecer essa estrutura pessoalmente está mudando a percepção sobre a corrida tecnológica entre Estados Unidos e China.
