
Sabia-se que, desde o crime organizado aos pilantras de sempre, todos correriam em busca do título de jornalista que sempre foi uma chave para a possibilidade de um bom negócio. A crise do golpe da Dilma e a prisão do Eduardo Cunha suspenderam na Câmara a vitória estrondosa da FENAJ no Senado que restauraria a moralidade e a possibilidade dos jornalistas controlarem eticamente sua profissão. As novas tecnologias narcisistas e reguladas por um arremedo de controle que é o Código Civil da Internet são um campo fertilíssimo para a mentira e os interesses privados que seriam identificados e denunciados pelo jornalismo profissional. Reivindicar “liberdade de expressão” para o crime é continuar a sanha desreguladora reivindicada pela Globo e suas cúmplices.
