
Donald Trump usou a imprensa internacional como verdadeira isca viva para salvar a própria pele do Irã! A revelação que vazou dos bastidores do voo presidencial americano é de um cinismo assustador: enquanto o Serviço Secreto retirava Trump às escondidas em um caminhão de serviço e o colocava em outro avião militar, a equipe da Casa Branca mandou os jornalistas entrarem no Air Force One oficial, fecharem todas as persianas das janelas e permanecerem trancados sem Wi-Fi, sem saberem que estavam voando em uma aeronave abandonada pelo próprio presidente.
Trump deixou a imprensa viajar no avião que ele acreditava ser o alvo principal de um ataque de míssil do Irã, transformando repórteres e funcionários em um escudo humano e uma atração de despiste. O repórter Gram Slattery, da agência Reuters, relatou o terror e a estranheza da viagem sem entender o que acontecia a bordo. E a resposta de Trump quando questionado mais tarde escancara a sua total falta de empatia e o pânico em que vive: com uma frieza inacreditável, ele virou para os jornalistas e debochou dizendo “Mas se eu for, vocês vão. Certo? Talvez algum dia vocês queiram mudar de profissão”.
Essa postura escancara que a liderança americana não hesita em sacrificar até a sua própria imprensa para garantir a segurança dos seus líderes perante as ameaças reais do Eixo de Resistência. O pavor de um ataque de Teerã fez a Casa Branca montar uma encenação perigosa, onde vidas humanas foram deliberadamente colocadas na linha de frente como mero engodo de segurança. O mito da invencibilidade do império ruindo em público e mostrando que, no xadrez do poder de Washington, todos são tratáveis como peças descartáveis!
